19 maio 2007

Passeio de BTT - Alfaiates - Fóios (Répairage)


sábado, 14 de Julho 2007 (nova data)

Grande DESAFIO da Raia

Depois de várias alterações de datas, o núcleo deliberou, devido à dureza dos percursos, avançar com um reconhecimento do local.

- Extensão aproximada: 50km (duríssimos)
- Duração aproximada: 6 h
- Grau de dificuldade: elevada

Ponto de partida e de chegada: Fóios (aldeia portuguesa) junto a Navesfrias (aldeia espanhola)

Programa:
22 de Junho
17H00 - Partida do Colégio
21H00 - Chegada a Alfaiates
21H30 - Jantar
23 de Junho
07H00 - Pequeno-Almoço
07H30 - Partida de carro de Alfaiates em direcção aos Fóios (16 km).
08H00 - Partida dos Fóios
16H00 - Restaurante Viveiro das Trutas
17H30 - Regresso a Alfaiates
24 de Junho
08H00 - Pequeno-Almoço
08H30 - Partida de Alfaiates - Aldeia Vlelha - Castelo de Alfaiates
13H30 - Almoço
15H00 - Regresso a Lisboa

Breve descrição: O percurso atravessa as freguesias de Meimão, Malcata e Quadrazais oferecendo a observação de galerias ripícolas, carvalhais galaico-portugueses ou vertentes siliciosas e toda a fauna e flora a eles associados. Ao percorrer este espaço poderá tomar consciência da importância da Rede Natura 2000 para a conservação dos espaços naturais europeus, podendo, ao mesmo tempo, interagir com a Natureza e usufruir de uma relevante qualidade paisagística.

Itinerário: Siga pela A1, em Torres Novas vire (à direira) para A23, depois de percorridos cerca de 90km passará à esquerda da Farmácia do amigo do Domingos, em Castelo Branco, (não vire) siga em frente, junto à Guarda (siga em frente) pela A25 até Vilar Formoso (local de encontro: Residêncial Alcino, junto à estação de caminho de ferro).

Organização: Pedro Santos (logística) e Milton (responsável pelo percurso)

(*) não tem nada a ver

13 maio 2007

Operação Labirinto - Portalegre 2007



4 de Maio, 18H30, hora de início da tão esperada “Operação Labirinto”.

Desde Outubro passado, altura em que foi agendada a rainha de todas as provas de BTT em Portugal – PortalegreBTT 2007 - que todos se prepararam com tenacidade e afinco para enfrentarem mais este duro circuito do calendário betetista lusitano. Infelizmente, nem todos puderam mostrar o resultado do seu treino, nomeadamente as famílias Correia e Chung, afastadas da prova por compromissos de última hora! Após o habitual briefing (que deixou algumas famílias bastante confusas com o itinerário), a organização deu ordem de partida a toda a caravana, que seguiu em direcção à Ponte Vasco da Gama, liderada pela família Silva.

Após uma visita breve a uma bomba de gasolina, o Restaurante Ganadeiro, em Monforte, era o próximo destino ansiado por muitos, mas adiado eternamente pela família Sereno que acelerou, acelerou … e desviou-se do itinerário previsto, pela estrada nacional em direcção a Monforte, com passagem por todos os belos semáforos que circundam a cidade de Évora. Ao fim de mais 65km lá chegámos ao primeiro destino e deliciámo-nos com um bom repasto, parabéns à organização pela escolha. Depois de restabelecidos rumámos em direcção ao destino, mas, mais uma interessante visita imprevista pela IP2, desta vez guiada pelo Prof. Vaz Pinto, encontramos finalmente a paz e a quietude do Alentejo, no destino perseguido - a Quinta dos Amarelos. Ainda por desvendar está o mistério da distribuição dos aposentos pelos atletas e suas famílias – enquanto alguns Senhores ficaram confortavelmente hospedados em casas de tipologia T1, a família Santos foi acomodada num anexo...

A alvorada não rompeu para todos à hora prevista (7H15). Ao atleta com o dorsal nº 7700, valeu-lhe o sentido de espírito de equipa do capitão do pelotão, que ao dar conta que faltava um espírito, identificou-o e arrancou-o da alcova mais tarde. Seguiu-se um calórico e energético pequeno-almoço antes do encontro com o trepador do Douro, Domingos Machado. Após as verificações técnicas minuciosamente aprovadas, o nbc, apresentou a equipa do Colégio, constituída pelos ciclistas Vaz Pinto, Jorge Vieira, Pedro Santos, Joaquim Sereno, Domingos Machado, Miguel Madeira (estreante) e o Rodrigo que apesar de lesionado compareceu para dar apoio moral e ajudar os seus colegas. Um exemplo de companheirismo!

Local da partida, níveis de adrenalina e concentração máximos, silêncio total entre os 5.000 ciclistas que esperavam nervosos pelo tiro de partida. Ao primeiro disparo o pelotão foi escoando e rapidamente perdeu-se de vista o Miguel Madeira (vai ser levantado um processo). O restante grupo dividiu-se, por um lado pelos atletas Domingos e Pedro e mais distante os ciclistas Joaquim e Jorge, enquanto Vaz Pinto procurava registar o melhor ângulo com a sua Canon.

Depois de ultrapassado o prémio da montanha de primeira categoria de dificuldade muito elevada – a subida da Serra de S. Mamede -, o pelotão afunilou e aconteceu o impensável – tal qual o trânsito nos piores dias no Largo do Rato, esperou-se mais de meia hora para seguirmos caminho, por uma paisagem surpreendente, através de trilhos, veredas, atalhos, ladeiras e declives que exigiam apurada capacidade técnica para não tombar. A dupla Santos & Domingos superou todas as dificuldades e não houve obstáculo que os fizesse desistir, enquanto a dupla Sereno & Vieira esteve à altura das suas credenciais e acabou em pleno. À chegada para surpresa dos esforçados atletas lá estavam, os nossos maiores apoiantes, os filhos e as nossas queridas mulheres, o que nos deixaram muito felizes. O Domingos foi o mais cumprimentado e fotografado à chegada pois vestia um jersey do Cape Epic e não o largavam, dia de glória.

Com o sentimento do dever cumprido rumamos de novo para os Amarelos onde descontraímos e relaxamos com um retemperador banho de piscina e sol. Já ao cair do dia, recuperadas as forças, dirigimo-nos de novo ao acolhedor Restaurante Ganadeiro, para um merecido banquete. No dia seguinte, primeiro em direcção a Évora, mas desta vez sem enganos (a Família Santos liderou a caravana), e depois em direcção de Lisboa, voltamos satisfeitos, com a sensação de que valeu a pena!

Uma palavra de agradecimento para a organização, que esteve à altura da importância deste evento. Próximo evento Outubro 2007.

07 maio 2007

Crónica - Odisseia no Douro


30 de Abril

Viagem - Foi com alguma ansiedade que alguns elementos do Núcleo saíram do Colégio São joão de Brito para a tão desejada Odisseia no Douro.
Eram 16.30 quando "arrancámos" em direcção ao Douro, no autocarro da Família Vieira. Diga-se de passagem que foi uma viagem muito descontraida, com muita risota à mistura e sobretudo curvas e contra curvas, algumas até a mais e que não estavam no programa de qualquer elemento que estava dentro daquele veiculo e que até já se queixavam dos rins.
A paisagem que se avistava por aqueles vales a baixo eram deslumbrantes, escuras, negras e mais escuras, face à hora a que chegámos.
Enfim, o nosso destino aproximava-se depois de perguntar a algumas pessoas o caminho mais perto para Barca D'alva e onde iamos jantar e pernoitar naquela noite.
Conclusão, julgo termos feito mais uns 50 kms.

1 de Maio

A alvorada foi às 6 da manhã, pois o pequeno almoço estava marcado para as 6.30 e a preocupação de terminarmos cedo a Odisseia, que consistia em 4,5 kms de canoagem, 2 kms de subida pedestre até às nossas máquinas e 40 kms de btt, era alguma devido à logistica de toda a prova bem como a parte fisica dos nossos atletas.

Canoagem - ...assim que chegámos ao Mazouco, começamos a olhar para o material e a escolher em que caiaque iriamos enfrentar as àguas do Douro internacional. Para os mais inexperientes foi aconselhado a "Kiwi", uma embarcação de dois lugares, mais flutuavél e segura que prontamente foi escolhida pelo Aurélio e pelo Pedro Santos.
A partir desse momento o pessoal começou a lançar as embarcações ao rio, o mais complicado viria a seguir, ou seja, familiarizarmo-nos com o dito caiaque o que não foi fácil e que para alguns até parecia que o rio tinha o dobro do tamanho. Houve mesmo quem não aguenta-se de dores nos pés visto o caiaque ser pequeno e ter que fazer uma pausa na beira do rio, para outros o rio de repente tornou-se tão grande, mas tão grande que foi necessário alguém rebocar. O problema foi esse, é que rebocar um caiaque rio a cima provoca uma oscilação no caiaque rebocado o que origina um belo de um mergulho.
É verdade!!
Imaginem lá quem é que deu um belo mergulho e teve que ir a nadar até à margem cheio de frio?!
Finalmente, depois de tudo resolvido, ainda conseguimos descobrir que é possivel colocar três pessoas num caiaque de duas e uma delas na posição de franguinho!!!
Chegámos à margem onde pretendiamos deixar os caiaques amarrados e seguir em frente...

Trecking - ...mais um inicio com uma ligeira dificuldade, visto a abordagem à margem não ser do tipo prainha e sim rochosa, mas que todos conseguiram transpor rápidamente. A subida foi excelente com paragem para comer algumas laranjas e deslumbrarmo-nos com a paisagem que era uma constante daquele percurso. Uma hora foi suficiente para chegarmos junto das tão esperadas bicicletas....

BTT - ...começámos por repor alguma energia, com o farnel que nos prepararam na pensão e vestimo-nos a rigor para o percurso que nos iria premiar com algumas chuvadas que até então não haveriam caido para muita sorte nossa.
Não houve qualquer incidente excepto um furo na bicicleta do Aurélio, mas que os Cape mens resolveram num instante, não fosse a experiência de outras paragens.
O momento mais esperado estava a chegar, seria a subida do dia com 400 mts e uma inclinação acentuada, que fazia muita gente pensar, quem iria conseguir subir?
A grande surpresa foi a forma com que o Aurélio se fez à subida sem parar e com um notável andamento, deixando a maioria para trás com as máquinas à mão e outros até irritados!!!
Terminámos o percurso com várias descidas e até atravessámos todos um ribeiro que deu para lavar o calçado e as bicicletas. No final ainda houve energia para alguns sprints.

A aventura foi premiada, num belo restaurante chamado O Bruiço em Foz Côa, onde nos deliciamos com uma bela sopa do Paleolítico e umas Rate.

O regresso a Lisboa fez-se a partir das 21 horas...e terminou por volta da 1.30 da manhã.

Parabéns ao grupo e até um dia no Odisseia no Douro.

Da esquerda para a direita - Pedro Santos, Domingos Aurélio, Jorge Vieira, Ricardo Chung, Miguel Correia, Rodrigo Barbosa e Joaquim Sereno.